A greve é a voz da consciência da nossa categoria.
Chegamos ao final da nossa primeira semana de greve com diversos debates sobre temas importantes e apoios diversos. Servidores/as, funcionalismo de outras esferas, alunos, movimentos sociais e centrais sindicais, enfim, a população geral se uniu contra a arbitrariedade do governo. Continuaremos em greve que é a voz da consciência!
Na quinta-feira, por exemplo, o STMC participou do debate contra a opressão nas escolas, no Largo do Pará, e saiu em manifestação juntamente com a APEOESP. Acreditamos que a escola é um espaço democrático de aprendizagem e, por isso, não vamos aceitar a cartilha autoritária que querem impor através do projeto de lei que dispõe sobre “Escola sem Partido”. Não foram somente os professores/as e servidores/as que participaram desse ato, os alunos também defenderam a pluralidade de pensamentos e ideais.
Outra roda de conversa importante aconteceu no quinto dia de greve, no Paço Municipal, e foi sobre o feminicídio, que significa crime de ódio contra as mulheres. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a taxa de feminicídios no Brasil é a quinta maior do mundo. São cerca de 4 assassinatos para cada 100 mil mulheres, portanto, o tema precisa ser muito debatido pela população e está na pauta de defesa do STMC. As assembleias dessa semana foram calorosas e com muitos debates sobre os problemas de nossa categoria e sobre a importância da união. E no quinto dia, o nosso movimento ganhou mais aliados. Diversas Centrais Sindicais, movimentos sociais e população se uniram para defender os direitos dos servidores/as municipais.
Não estamos sozinhos e temos uma categoria unida e engajada.
VAMOS À LUTA E ATÉ A VITÓRIA!
#quemLUTAconquista