A Prefeitura de Campinas está proibida de prorrogar ou mesmo renovar o convênio que tem com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM) para a gestão do Hospital Ouro Verde. Decisão liminar concedida semana passada pelo juiz substituto da 6a Vara Federal da cidade, Jacimon Santos da Silva, permite que apenas a prorrogação de 90 dias feita pelo Município no começo de junho ao custo de R$ 9,7 milhões tenha vigor, sob pena de multa ao prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) e dirigentes da universidade.
...não se brinca
A decisão, inesperada, caiu como uma bomba ontem no Palácio dos Jequitibás, sede do governo municipal. O secretário de Assuntos Jurídicos, André Laubenstein, que responde interinamente pela pasta nas férias de Antonio Caria Neto, disse que, “a priori”, a Prefeitura deve recorrer. No entanto, ainda hoje, técnicos da secretaria vão analisar qual a melhor medida a ser tomada. O secretário municipal de Saúde, José Francisco Kerr Saraiva, não se manifestou até o fechamento desta edição. A decisão atende a ação popular proposta por um dos coordenadores do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Campinas, Jadirson Tadeu Cohen Paranatinga