Casos de duas escolas particulares que tiveram surto de Covid-19 após o retorno das atividades presenciais, mostra que a pandemia continua grave e que não adianta forçar uma retomada colocando em risco vidas.
Os dois casos mostram que ainda vivemos um momento grave da pandemia e que não podemos colocar em risco a saúde e a vida de servidores, estudantes, famílias e comunidade escolar. Desde o começo da pandemia, o STMC defende a volta das aulas presenciais só depois que seja, de fato, seguro para todos.
O Sindicato tem procedimentos abertos no Ministério Público do Trabalho (MPT) e também vem dialogando com o secretário da Educação, José Tadeu Jorge, para discutir a volta que foi marcada pela Prefeitura de Campinas para 1º de março. A data inicial era 8 de fevereiro, mas a luta do Sindicato, dos trabalhadores e da sociedade fez o governo municipal recuar. A pandemia cresce na cidade e Campinas já vive o limite de UTI para Covid-19.
Sem Vacina, Sem Aulas!
Nossa luta é pela vida, saúde e retorno seguro das aulas nas escolas continua.