Segundo o coordenador-geral do STMC, Tadeu Cohen, o momento exige diálogo e planejamento para evitar que milhares de beneficiários fiquem desamparados.
"O auxílio foi suspenso, mas isso não significa que a Prefeitura não possa construir uma solução. O que defendemos é que o governo apresente alternativas e sente à mesa com o Sindicato para construir uma proposta que preserve a proteção alimentar dos aposentados e pensionistas”, disse Tadeu.
O STMC lembra que o auxílio-nutricional e a 13ª parcela foram conquistados em negociações coletivas da categoria e, por isso, entende que qualquer novo modelo também deve ser debatido com a participação dos representantes dos trabalhadores.
Entre os pontos defendidos pela entidade estão a elaboração de um plano de contingência, a realização de estudos sobre os impactos sociais da suspensão dos benefícios, a avaliação de alternativas juridicamente viáveis e a apresentação de um cronograma para discussão das propostas com a categoria.
O Sindicato também pede transparência sobre as medidas que estão sendo adotadas pela Prefeitura e pelo Camprev.
O STMC recorreu da decisão que suspendeu o benefício e continua atuando na Justiça para defender os direitos dos aposentados e pensionistas, mas considera fundamental que a Prefeitura avance na construção de uma solução que possa garantir a segurança alimentar dos servidores.

